Recebi este texto por e-mail e achei que valeria muito a pena publicar aqui no Blog. A fome de amor é um tema recorrente e o texto abaixo suscitou algumas reflexões. A fome de amor muitas vezes aparece disfarçada, tão disfarçada que por vezes confunde e engana até mesmo aquele que tem fome. A fome de amor pode aparecer na sensação de falta de sexo (como coloca Jabor), falta de comida, falta de um "docinho", falta de roupas e apetrechos - "faltas" que também podem se manifestar na forma de comportamentos compulsivos. A fome de amor pode levar à falta de amor próprio e à entrega pessoal em pseudo-relações destrutivas e que não preenchem, pois são vazias e desprovidas de amor por natureza. identificar de quê se tem fome já é um bom começo para buscar o que falta onde se poderá encontrar o que se procura.
Boa leitura!
O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???
Chegam sozinhas e saem sozinhas...
Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos...
Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não!
Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalisticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas...
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos...
Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!
Por Arnaldo Jabor
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Alimentação e afeto
Comida, afeto e prazer estão intrinsicamente associados. A primeira forma do bebê receber afeto e estabelecer o vínculo com a mãe é pela amamentação / aleitamento. No processo de alimentar o bebê são transmitidos segurança, carinho, aceitação, afeto... e o vínculo vai sendo construido e fortalecido a cada dia.
Quando o bebê passa a ingerir papinhas e não mais apenas leite, é muito comum que as mamães se preocupem e ocorram milhares de dúvidas em relação ao tipo de alimento a oferecer, quantidade, preparo das papas, horários, como escolher os ingredientes, qual a forma mais saudável de cuidar do pequeno, entre tantas outras... A preocupação extrapola a questão alimentar em si, mas adquire outros significados que fazem parte do mundo subjetivo e da relação mãe-bebê. Cada mãe vivencia a seu jeito e vai descobrindo e construindo (com maior ou menor sofrimento) a sua forma de cuidar desta área tão importante no desenvolvimento das crianças.
A dificuldade para oferecer uma alimentação mais saudável pode começar na própria história e na família de origem - nas tradições, crenças, valores e nos conceitos e pré-conceitos que se tem. Frases do tipo "na minha época não tinha nada disso" ou " eu te criei sem essas "coisas"" são frequentes e impõem um desafio para quem deseja fazer diferente. Oferecer o que é "mais gostoso" - diga-se de passagem, para o nosso paladar... - e não o que é melhor - e que também pode ser gostoso, porquê não??!! - é prática comum. E aqui incluimos bastante açucar, comidinhas com muuito sal, frituras, entre outras cositas más. A intenção até pode ser boa, mas o resultado não é dos melhores...
Indico um blog de uma mãe amiga, mãe "natureba", que se empenha em oferecer uma alimentação saudável aos seus pequenos e que no blog relata suas experiências e dá várias dicas para quem se interessa pela questão. O blog pretende ser um espaço de troca e compartilhamento, que faz com que as pessoas se sintam menos solitárias e se enriqueçam no processo.
Boa leitura e deliciosas comidinhas!
http://maenatureba.blogspot.com/
Quando o bebê passa a ingerir papinhas e não mais apenas leite, é muito comum que as mamães se preocupem e ocorram milhares de dúvidas em relação ao tipo de alimento a oferecer, quantidade, preparo das papas, horários, como escolher os ingredientes, qual a forma mais saudável de cuidar do pequeno, entre tantas outras... A preocupação extrapola a questão alimentar em si, mas adquire outros significados que fazem parte do mundo subjetivo e da relação mãe-bebê. Cada mãe vivencia a seu jeito e vai descobrindo e construindo (com maior ou menor sofrimento) a sua forma de cuidar desta área tão importante no desenvolvimento das crianças.
A dificuldade para oferecer uma alimentação mais saudável pode começar na própria história e na família de origem - nas tradições, crenças, valores e nos conceitos e pré-conceitos que se tem. Frases do tipo "na minha época não tinha nada disso" ou " eu te criei sem essas "coisas"" são frequentes e impõem um desafio para quem deseja fazer diferente. Oferecer o que é "mais gostoso" - diga-se de passagem, para o nosso paladar... - e não o que é melhor - e que também pode ser gostoso, porquê não??!! - é prática comum. E aqui incluimos bastante açucar, comidinhas com muuito sal, frituras, entre outras cositas más. A intenção até pode ser boa, mas o resultado não é dos melhores...
Indico um blog de uma mãe amiga, mãe "natureba", que se empenha em oferecer uma alimentação saudável aos seus pequenos e que no blog relata suas experiências e dá várias dicas para quem se interessa pela questão. O blog pretende ser um espaço de troca e compartilhamento, que faz com que as pessoas se sintam menos solitárias e se enriqueçam no processo.
Boa leitura e deliciosas comidinhas!
http://maenatureba.blogspot.com/
Assinar:
Postagens (Atom)